Atolado em dívidas, governo Pimentel vai ampliar gastos com aluguéis para que Cidade Administrativa vire um cassino

31/03/2017 às 13h35

 A cada dia uma nova aberração surge da gestão petista em Minas. A mais nova delas é a transformação da Cidade Administrativa em um grande resort de luxo voltado para a prática de jogos de azar. A notícia, divulgada nesta sexta-feira (31/03) pelo jornal Hoje em Dia, pegou os mineiros de surpresa, um dia após o governador Fernando Pimentel vir a público falar da criação de um fundo imobiliário, que nada mais é que uma grande manobra para disfarçar a venda dos imóveis do estado e a destruição do patrimônio dos mineiros.

A existência de interesse de investidores estrangeiros em instalar o resort com cassino no local foi confirmada pelo presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), Marco Antonio Castello Branco, ao jornal. De acordo com a reportagem, um dos únicos entraves à medida é a aprovação da legalização de jogos de azar no Brasil, mas dois projetos de lei nesse sentido já estão tramitando no Congresso, o que pode facilitar as negociações.

As conversas para substituir as secretarias e órgãos da administração pública pelo complexo de hospedagem e cassino parecem estar avançadas. Castello Branco afirmou que, com a nova legislação em tramitação em Brasília “apareceram interessados aqui no Brasil e, inclusive, conversaram comigo”. Ele disse ainda que os investidores já têm até planos de como o espaço seria ocupado.

“Os desacertos deste governo e a falta de sincronia entre seus gestores são assustadores. O governador e seus secretários passaram o dia tentando convencer os mineiros de que o dinheiro iria aparecer sem vender nenhum imóvel e, antes que eles conseguissem explicar como essa mágica seria feita, o presidente da Codemig revela as reais intenções do Executivo. Pimentel acha que a população é boba e que acreditou naquela conversa de que investidor vai colocar dinheiro em fundos sem garantia”, lembrou o deputado Gustavo Corrêa (DEM).

Para o líder da oposição na Assembleia Legislativa, com cassino ou não, a ideia de um governo, que está atolado em dívida, desfazer de patrimônio público para aumentar mais seus gastos com novos aluguéis já é por si só absurda. “Pimentel abrirá mão do patrimônio dos mineiros para assumir uma despesa fixa, obrigatória e alta de aluguel por prazo indeterminado, sem saber como pagará, agravando ainda mais o rombo criado por seu desgoverno”, disse Corrêa.


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